Teresa Silva

29 Janeiro, 2018

Apresentação (nome, escola que frequentou, curso, em que ano iniciou e terminou o curso).

Sou a Teresa Sofia Giesta da Silva e comecei o curso de Biologia Marinha e Biotecnologia na ESTM em 2002. Terminei o bacharelato em 2005 e em 2006 a minha licenciatura com a especialização em Biologia Marinha.

Ainda me lembro bem do primeiro dia que fui fazer a inscrição na ESTM. Era uma mistura de emoções… uma excitação e ao mesmo tempo curiosidade pelo mundo académico. Tenho muitos bons momentos na ESTM e memórias também de trabalho árduo e muito estudo. Conheci e fiz muitos amigos que ainda hoje fazem parte do meu pequeno mundo.

Depois da ESTM tentei sem sucesso oportunidades de emprego na área de investigação em biologia marinha em Portugal pois é a área em que me identifico mais. Em investigação estamos sempre a ser testados e com novos desafios, é uma área que me fascina bastante. Em 2007 vim para a Islândia a tentar a minha sorte com o intuito de trabalhar e poder angariar algum dinheiro em 6 meses para poder voltar para Portugal e continuar os meus estudos. Estive a trabalhar 8 meses numa fabrica de peixe. Acabei por ficar pela Islândia visto que consegui trabalho permanente em 2008 como assistente de investigação em zooplâncton no Instituto de Investigação Marinha (MRI) na Islândia. Depois fui incentivada pelo meu supervisor a candidatar-me a uma bolsa de doutoramento em Ecologia de krill nas águas islandesas, uma parceria pela Universidade da Islândia e o MRI. Um projecto financiado pelo projeto europeu EURO-BASIN. Estive também a dar aulas durante um ano como professora adjunta na Universidade da Islândia.

Neste preciso momento acabei de entregar a minha tese de doutoramento. Recebi algumas propostas de trabalho em países nórdicos mas o mais provável e ficar pela Islândia onde resido.

Costumo fazer voluntariado em áreas que estejam em falta ou ligadas a ecologia. Por exemplo, fiz voluntario no oceanário de Lisboa, na criação do núcleo de BMB na ESTM, na criação de uma associação cultural de portugueses na Islândia, participei na organização da reunião anual da ICES em Reykjavik. Neste momento não tenho nenhum projeto de voluntariado visto o tempo livre ser pouco.

A experiência e conhecimento adquirido na ESTM foi bastante enriquecedor. Na ESTM adquiri as bases de conhecimento e abriu o meu horizonte onde eu gostaria de me focar na vida profissional. A nível pessoal foi sem duvida uma experiência única.

Aceitei estar envolvida nesta rede com o intuito de poder ajudar alguém e também poder aumentar a possibilidade de futuras parcerias em investigação.

Não tenho muitas sugestões para o desenvolvimento desta Rede. Talvez o ideal seria ter conhecimento de quem está envolvido e o que todos podemos contribuir para evoluirmos em termos profissional com a mesma.

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